Tolo...
Grande ilusão sua pensar que estas palavras são suas criações
Quando, na verdade, são elas quem ditam seu nome e
esfregam nas palmas de suas segas mãos o mundo.
Não se Iluda! não são estas palavras seu labor, você é labor das palavras...
quinta-feira, 27 de março de 2008
Postado por
flâneur desvairado
às
23:04
0
comentários
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Desejos de cortina alemã
Que papel sobrou pra interpretar meu pobre coração?
Aquele que ninguém quer mais.
Deixa-me ser visto pelo teu imenso coração,
Deixa a luz brilhar um pouco sobre mim.
E o aplausos soarem por mim...
Postado por
flâneur desvairado
às
21:03
0
comentários
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
E no sétimo dia...
Numa sexta-feira arrancaram minhas mãos.
Então, no dia seguinte, escrevi sobre a ausência das mãos.
Postado por
flâneur desvairado
às
17:11
0
comentários
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Passeio de Flanêur
Eu vim daquela rua de baixo
carregando estes sentimentos até aqui.
Vi uma menina com flores na mão,
Falei com as palavras, escrevi pessoas.
Plantei numa terra infértil as flores mais lindas.
Postado por
flâneur desvairado
às
22:36
2
comentários
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Que nostalgia, que nada!
É saudade mesmo.
Daquelas que entortam versos,
daquelas que acendem cigarros...
Postado por
flâneur desvairado
às
20:21
1 comentários
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Queda livre
Postado por
flâneur desvairado
às
14:45
1 comentários
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Agora nada mais importa.
Este meu quarto de dois lugare e
um travisseiro
não me fere, não me cansa...
Postado por
flâneur desvairado
às
13:39
0
comentários